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O amor, poeta, é como cana azeda, A toda boca que não prova engana. (Augusto dos Anjos)

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Título Categoria Data Leituras
Sem rumo Sonetos 25/10/11 23
Assum Preto Sonetos 29/09/11 23
Soneto reverente Sonetos 23/06/11 23
Império ianque Sonetos 11/05/11 23
Debulhar o pranto Sonetos 25/04/11 23
Cinegrafia do ciúme Sonetos 31/03/11 23
Intertextualidade filosófica Sonetos 18/12/09 23
Ruinas do passado Sonetos 08/03/08 23
A metáfora do ardil poético Sonetos 26/03/07 23
Endoscopia digestiva Sonetos 12/01/07 23
ECLÉTICO (compondo um livro)📕 Poesias 09/07/25 22
O nome da Flor Sonetos 02/07/25 22
Carnaval e cinzas Sonetos 01/03/25 22
Bom conselho Sonetos 04/07/24 22
Minha Varanda Sonetos 26/01/24 22
Solstício Poético Sonetos 05/01/24 22
Por uma cabeça Sonetos 29/11/23 22
Falta de assunto Sonetos 21/11/23 22
A utilidade da cultura inútil Poesias › Humor 09/11/23 22
O anticristo Sonetos 23/07/23 22
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