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O amor, poeta, é como cana azeda, A toda boca que não prova engana. (Augusto dos Anjos)

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Título Categoria Data Leituras
Metáforas de um Niilista (Pensando em NIETZSCHE) Sonetos 22/04/11 27
Soneto mutilado Sonetos 22/04/11 25
Amor de mãe Sonetos 21/04/11 25
Parábola do moço rico Sonetos 20/04/11 62
Doutrina Sonetos 20/04/11 27
Moribundo Sonetos 19/04/11 25
Bufido de um soneto heróico Sonetos 19/04/11 24
Cio Sonetos 18/04/11 28
Escatologia de um poeta (Menção à verve de Glauco Mattoso) Sonetos 17/04/11 34
Carta marcada Sonetos 16/04/11 15
Autocatarse Sonetos 16/04/11 39
Até o aurorescer Sonetos 15/04/11 20
Clonado Sonetos 15/04/11 16
Antítese da criação Sonetos 15/04/11 33
Desletrado do absurdo Sonetos 14/04/11 26
O meu amor Sonetos 14/04/11 34
Paráfrases em sonetos para Nelson Rodrigues Sonetos 14/04/11 40
Metaforismo gramaticida Sonetos 13/04/11 24
Intertextualidade filosófica Sonetos 13/04/11 99
As primícias do amor Sonetos 11/04/11 56
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