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O amor, poeta, é como cana azeda, A toda boca que não prova engana. (Augusto dos Anjos)

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Título Categoria Data Leituras
Poema aurorescente Sonetos 28/03/11 21
A matemática do adeus Sonetos 20/03/11 34
Soneto chorado para Pixinguinha Sonetos 19/03/11 16
Paródias para as estrelas de Bilac Sonetos 19/03/11 53
Conceptismo Sonetos 18/03/11 43
Musa Sonetos 19/09/10 30
Fabela do sol e a lua Sonetos 04/03/10 44
O bom ateu Sonetos 06/02/10 35
Visão do entardecer Sonetos 04/02/10 27
Psicoterapia Poesias 19/01/10 30
Os neófitos da idiotice Sonetos 16/01/10 31
Lamúria Sonetos 16/01/10 26
Delírio poético Sonetos 15/01/10 21
Lembrança de natal Natal › Poesias 20/12/09 78
Intertextualidade filosófica Sonetos 18/12/09 23
Intertexto com Nelson Rodrigues Sonetos 11/12/09 132
Soneto chorado ao som de Pixinguinha Sonetos 29/10/09 19
Um brinde à poesia muda! Sonetos 10/10/09 46
Um brinde à verve de Carlos Drummond de Andrade! Sonetos 10/10/09 36
Um brinde à verve de Augusto dos Anjos Sonetos 10/10/09 57
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