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O amor, poeta, é como cana azeda, A toda boca que não prova engana. (Augusto dos Anjos)

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Título Categoria Data Leituras
Soneto da lugubridade (Menção à verve de Augusto dos Anjos) Sonetos 11/04/11 34
Depois do expediente. Sonetos 10/04/11 19
Ode ao vinho Sonetos 10/04/11 29
A matemática enigmática Sonetos 09/04/11 41
Ilusão perdida Sonetos 06/04/11 32
A matemática da sátira Sonetos 05/04/11 55
A mantemática do soneto Sonetos 04/04/11 41
A matemática das flores Sonetos 04/04/11 55
Retrato de um poeta embrionário. Sonetos 04/04/11 36
Redenção Sonetos 03/04/11 20
O beijo da morte Sonetos 03/04/11 52
Noturno Sonetos 31/03/11 21
Cinegrafia do ciúme Sonetos 31/03/11 23
A matemática da solidão Sonetos 31/03/11 47
Conselho vulgar Sonetos 30/03/11 22
Divagação de um Bobo Sonetos 29/03/11 18
Metáforas de um solitário Sonetos 29/03/11 25
Ciclo vicioso Sonetos 29/03/11 25
Ética sem caráter Sonetos 28/03/11 80
A matemática da chuva Sonetos 28/03/11 27
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