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O amor, poeta, é como cana azeda, A toda boca que não prova engana. (Augusto dos Anjos)

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Título Categoria Data Leituras
Renúncia Poesias › Desilusão 30/06/15 32
Parábola hodierna (Nietzscheanismo poético) Poesias › Pensamentos 30/06/15 23
Poema obsidente Poesias › Surrealistas 29/06/15 21
Outono encantado Sonetos 28/06/15 41
Outra Lisboa Sonetos 28/06/15 23
Um dono sem cão Poesias 28/06/15 16
Luvas vazias Sonetos 28/06/15 9
Bucólico despertar Sonetos 22/06/15 38
Monólogo do seio direito Sonetos 21/06/15 23
Univitelinos Sonetos 21/06/15 14
Flores falsas Sonetos 21/06/15 29
Evocação ao paraíso Sonetos 20/06/15 31
Fusão poética Sonetos 20/06/15 26
Só Poesias › Solidão 20/06/15 23
Ambiguidade espúria Sonetos 20/06/15 24
Fé amolada Poesias › Tercetos 20/06/15 14
Ciclo hierárquico Sonetos 20/06/15 76
Discípulo de Onan Sonetos 20/06/15 28
Era uma vez... Sonetos 19/06/15 23
Palco vazio Poesias › Amor 18/06/15 40
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