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O amor, poeta, é como cana azeda, A toda boca que não prova engana. (Augusto dos Anjos)

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Título Categoria Data Leituras
Fabela do rato e leão. Sonetos 02/02/12 22
Ser pobre... Sonetos 29/01/12 42
Minha canção de ninar Sonetos 28/01/12 27
Flato de menino Cordel 25/01/12 59
NetExit Sonetos 24/01/12 18
Ao abandono Sonetos 21/01/12 30
Metáforas, nada mais! Sonetos 20/01/12 24
Teresina, 01 de janeiro de 2012. Sonetos 19/01/12 22
Aos pedantes Sonetos 19/01/12 29
Papai Noel for sale Natal › Mensagens 23/12/11 46
Luzes de Natal Natal › Poesias 23/12/11 41
Primeira desilusão Sonetos 21/12/11 28
Penitente Sonetos 09/12/11 27
Flagrante da janela Sonetos 08/12/11 70
Posseiro da pátria Sonetos 07/12/11 23
Cadáver de um poeta (Menção à verve de Augusto dos Anjos) Sonetos 04/12/11 32
Visão à meia Luz Sonetos 04/12/11 28
A face oculta do Natal Natal › Poesias 26/11/11 110
A música e o soneto Sonetos 26/11/11 47
Eu e o violão ao som de carrilhões. Sonetos 20/11/11 33
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